Vamos falar de apego/desapego.

É, cara… Tenho tentado cada vez com mais força lidar com a prática do desapego. Eu sempre fui muito apegada às pessoas, mas eu nem sempre tive a consciência de que isso era de fato ruim pra mim, e se tornaria pior depois que eu tomasse consciência disso.

Viver assim, apegada, só te prende, sabe? E viver preso é um saco… Você meio que se torna “vítima culpada” disso tudo. “Vítima”, pois você sofre por cada milésimo desse apego e “culpado” por você meio que ter se deixado andar por esse caminho e pra resolver isso, só você pode mudar sua rota.

Tá, é difícil ter que mudar algo que é quase parte de sua essência, mas às vezes é demasiadamente necessário, e esse é meu caso. Necessito mudar isso em mim, pra ter uma vida mais saudável. E vou mudar.

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Mas, a gaiola é você
Se você não voa, a culpa é tua
Se isso fosse uma tevê
Eu já teria mudado o canal
Ou desligado o aparelho
E me atirado na rua

let me light up the sky

Isso a maioria das pessoas já devem saber ou já devem ter pensando sobre isso, porém me deparei com esses pesamentos vagando em minha mente, de novo, e resolvi tirá-los da cabeça escrevendo sobre eles.

(…)

É tão ruim quando alguém entra na sua vida, te faz feliz por um tempo e do nada te trata com indiferença ou simplesmente sai da sua vida como se você tivesse sido uma página em branco na vida dela… Eu queria muito saber o que cada pessoa que toma esse tipo de atitude tem na cabeça. Eu faço tudo para que essas situações não aconteçam comigo, mas parece que é impossível de evitá-las.

Eu sinto falta de você que um dia fez diferença em algum momento da minha vida e que foi embora sem cerimônia. Se você que está lendo isso e pensa em mexer dessa forma covarde comigo, trate de consertar isso antes de acontecer. O que vai, volta, meu amigo. Pode ser algo que não venha de mim, mas você vai poder sentir o “prazer” que eu senti, de uma uma forma ou de outra.

Então, depois me conta como é tentar viver sem lembrar… :)


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