Selvagens

Eu sei em quem confiar, de verdade.

Não, não acho que sou a mestra de conhecimento sobre todas as coisas da vida, como posso parecer ser ao escrever esse texto. Mas assim, me conhecendo bem e sendo uma pessoa que sei me auto julgar e sei quais são em maioria (pelo menos eu acho) quais são minhas qualidades e defeitos, posso ter alguma moral para falar abertamente de certas coisas. Sou uma pessoa muito consciente e reflexiva diante de minhas atitudes. Eu sei quando faço algo errado e quando faço algo certo. Modéstia a parte, me acho uma pessoa muito correta. “Anyway”, entenda como quiser…

ACHO que muitas pessoas não param para observar as pessoas ao seu redor e também não param para se observar, mas eu faço isso e acho que você que não faz, também deveria fazer. Nunca reparou que os estudiosos sobre o mundo selvagem dos animais ficam muito tempo observando os animais, como eles vivem, o que fazem, o comportamento de cada animal diante dos outros? Isso tudo pra tentar entender o que está ocorrendo alí. Eu faço isso, mas com as pessoas.

Me sinto bem e mal, ao ter isso dentro de mim, essa vontade de querer explorar silenciosamente cada pessoa ao ficar observando as atitudes dos que me rodeiam. Não esqueça que eu me auto observo também, então você não pode falar que eu tô querendo cuidar da vida dos outros. Na real, só quero entender as pessoas. Trabalho exaustivo, mas que me presenteou com grande conhecimento sobre como lidar com as pessoas – na maioria das vezes – para viver uma vida no mínimo saudável.

O motivo de eu achar que sei quem são as pessoas confiáveis ao meu redor, é porque essas pessoas provam isso pra mim sempre. Por exemplo, um amigo não vê você fazendo uma besteira e fica calado, mas se um “amigo” faz isso…

1. Ele é apenas um colega e achou que não tinha intimidade suficiente para chegar em você e “se meter” na situação.
2. Essa pessoa não é um amigo que se preze, pois se você está fazendo uma besteira e esse amigo não mexe um dedo para te alertar, me desculpe, viu. Mas você tá em mãos erradas.

Não há mais nada a dizer. Por hoje.

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after the rain, the rainbow appears.

Depois de um sonho que tive, realizei que de qualquer forma temos que abandonar o passado. Sim, eu sei que todo mundo deve ser ciente disso, mas eu meio que nem liguei de deixar um “certo” passado para trás. Então depois desse sonho (que me trouxe uma sensação ruim e aflorou também minha insegurança naquele momento), resolvi deixar para trás o objeto que me fazia lembrar de um tempo bom e cheio de sol, que depois foi escurecido por um tempestade, mas que hoje já virou um arco-íris – bem fraquinho, quase não dá para se ver, mas que pelo menos não é a tempestade que era. Bom, como sempre gosto de salientar, aprendi muito no final de tudo… com os momentos bons que passei (os dias de sol), com os momentos ruins (a tempestade) e com o recomeço (o arco íris). Custei a aprender, mas aprendi. Acho que nunca é tarde para aprender com o passado, não é?

Bem como diz uma música da qual gosto muito e me lembraram da letra a pouco tempo:

“Vejo a sorte no futuro, não o fim do mundo. Nada é pra sempre, muito menos por acaso. Se nem sempre o planejado sai como o esperado, é só uma chance pra enxergar o outro lado.”

Faz sentido. :)

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Tô sem saco. Sem saco para mim mesma, sério.

Eu vejo que certos conceitos que tenho em mente já estão bem mais formulados do que o de algumas pessoas com quem convivo. Não entendo como posso ser tão dependente dos seres que armazenam esses conceitos que para mim são ultrapassados – pois já passei dessa fase e sei que aquilo tudo é uma leseira.
Uma leseira necessária, ok. Porque para eu chegar aos conceitos que eu tenho hoje em mente, precisei passar pela fase que hoje eu consideiro como ‘leseira’… E em um futuro não muito distante vou considerar a fase que estou hoje outra leseira.

(…)

Well, I guess this is growing up.

Eu me alimento de ilusão para tentar ser “feliz” – “feliz”, porque sei que ser feliz não é isso. Pois não consigo mais acreditar cem por cento nas coisas que antes eu achava que eram reais.
Pra mim tudo isso é um cenário, onde a maioria das “pessoas” são personagens… Porém ainda acredito que alguns desses personagens possam se tornar reais, ou não…

Ilusão?

Ilusão, me tirou da direção
Não me deixa mais sonhar, e me impede de chegar
Veja bem, faça o que quiser fazer
Eu não posso te prender, pois te ensinei a libertar” ♫

 

Published in: on maio 31, 2011 at 11:53  Deixe um comentário  

Um dos problemas de quando somos jovens é o fato de acharmos que na maioria das vezes o tempo passa devagar demais, mas o que acontece é o inverso. As horas do dia estão diminuindo e raramente isso é perceptível para nós.

E quando sofremos por alguém?! O Céu desaba sobre nossas cabeças, e até para uns não existe mais vida.  Queixam-se  daquela dor  por dias, semanas, e até anos… Isso depende de cada um. Achamos mesmo que toda essa dor nunca vai sair do nosso peito, mas sai… Temos que de certa forma nos conformar com isso, tentar parar de pensar só nisso e começarmos a nos distrair com outras coisas que também nos fazem bem.

O tempo é o melhor remédio quando você segue direitinho as prescrições.

Uma frase que “resume” o que eu quero dizer:

Ter problemas na vida é inevitável. Ser derrotado por eles é opcional” – Roger Crawford.

A escolha é somente sua! :)

Em uma breve caminhada na presença de um sol quente na minha cabeça, ainda pude pensar em algo pra escrever aqui e sacar o quanto eu mudei… Mudei mesmo, e apesar dos pesares, estou bem melhor do que antes, eu acho.
Posso ter perdido algo ou alguém pelo caminho… Posso ter tentando conseguir chegar em algum lugar ou alcançar alguém, e não ter conseguido… Posso ter estado com você, mas você não estava comigo. De certa forma, tenho que parar com esse tipo de comodismo. Mas o que valeu foi a minha intenção de tentar fazer algo certo.

Eu sei que muitas vezes faço demais por algumas pessoas e não recebo nada em troca, nem exijo nada em troca, não muito, só um pouco de atenção já “me basta” pra que eu possa dar um meio sorriso.
Eu sei que tem pessoas que fazem de tudo pra que eu possa olhar pra elas de uma forma que eu não consigo ver, e acabo deixando elas mal e me sinto mal por isso, mesmo que eu não demonstre… Mas a questão maior não é eu não demonstrar, é eu não conseguir de forma alguma, nem com palavras escritas – que muitas vezes são minha saída de emergência – conseguir demonstrar isso, não sai nada de dentro de mim, nem vento. Haha. Incrível como eu ainda tento tirar graça da desgraça.

Hm, agora veio meu bloqueio mental, vou parar por aqui hoje. Depois continuo com meus pensamentos no sense. :)

E só de te ver eu penso em trocar a minha TV num jeito de te levar a qualquer lugar que você queira. E ir onde o vento for, que pra nós dois sair de casa já é se aventurar. Ah vai, me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém afim de te acompanhar. E se o tempo for te levar eu sigo essa hora e pego carona pra te acompanhar.” ♫